O natal chegou, já encontrou os presentes !?!?!

•novembro 13, 2008 • Deixe um comentário

Natal chegando, você que gosta de aproveitar bons preços e não perde tempo quando quer presentear a todos. Perfumes, cosméticos e maquiagens de todas as marcas e todos os preços. Entrega rápida e segura. Saldão de Ofertas, Promoção de perfumes e cosméticos com descontos e preços imbatíveis na internet. Separados em produtos para ela (femininos) e para ele (masculino). Tudo isso em até 12x sem juros com parcelas mínimas de R$10,00 nos cartões de crédito. E mais, Fretes GRÁTIS para todas as compras. Sack’s a maior perfumaria virtual da América Latina. Visite nosso site: www.sacks.com.br

Saldão Feminino

Saldão Feminino

Saldão Masculino

Saldão Masculino

Conquistar e Seduzir

•julho 18, 2008 • Deixe um comentário

Oi meus queridos leitores.

Existe uma coisa que todos vão concordar. Nada mais sexy que um homem cheiroso. Nada mais sensual, atraente e viril. Separei uma seleção com três perfumes maravilhosos, feitos para homens que gostam de conquistar e ser conquistados.

Lembrem-se sempre: Mulheres não resistem a homens com um bom perfume.

Hypnôse Homme, Lancôme, R$ 179,90 (50ml).


Hypnôse Homme é feito para aquele homem dinâmico e espontâneo, com uma personalidade única, marcante, que mostra o seu verdadeiro EU. Sedutor e misterioso, garante que todos os olhares estarão focados nele. A fragrância possui menta, bergamota, mandarina da Calábria, Cardamomo da China, lavanda da Provence e Patchouli da Indonésia.

L’Homme, Yves Saint Laurent. R$ 218,90 (60ml).

Exótico e perfeito, criado para um homem universal, trazendo todos os atributos e aspectos da virilidade. A pimenta branca, por mais que sutil, representa a assinatura de Yves Saint Laurent – sofisticado e elegante. O sândalo, a madeira de cedro e o âmbar projetam elegância. A bergamota e o limão trazem uma sensação de revitalização. Junto com isso, ainda há notas florais de violeta e flores de manjericão. O gengibre trás certa irradiancia para o homem.

Very Irresistible Fresh Attitude Masculino, Givenchy. R$ 149,90 (100ml).


Perfume feito para um homem ousado, espontâneo, otimista e amante da vida, da liberdade. Uma nova interpretação do V.I. For men, mais refrescante e perspicaz.

O Fresh Attitude é feito com menta fresca e toranja, realçados com madeira de cedro, dando a este perfume sua personalidade. É uma fragrância vibrante, energizante, feita para o homem autentico, irradiante e irresistível.

Vale a pena dar uma conferida nesses três.

Para quem quer conhecer outros perfumes ou saber mais sobre estes, a minha dica é o site da SACK’S, confiável e sempre com alguma promoção legal. Quem já conhece algum desses perfumes, deixe a sua opinião ou sugestão. Duvido que as mulheres resistirão a você.

Um beijinho ;)

Leia contos anteriores:

Trabalho Suado

Foi arriscado, uma loucura, mas não me arrependo!

Tímida e foguenta

Encochada no Ônibus

na Boate

Foi arriscado, uma loucura, mas não me arrependo!

•julho 18, 2008 • 5 Comentários

Meu nome é Priscila, me chamam de Pri, tenho 22 aninhos, sou morena, com um corpo gostoso e uma boca carnuda.

Moro em um bairro na periferia da cidade. Na minha rua as casas ficam muito próximas umas das outras, ás vezes, como no caso da minha com os vizinhos, menos de um metro separam uma parede da outra. A janela do meu quarto fica muito, muito próxima mesmo da janela do quarto dos vizinhos.

Meus vizinhos são um casal já de certa idade, creio que entre 50 e 60 anos. Dona Mariza é uma mulher simples e boa dona de casa, Seu Leocádio aposentado já há algum tempo por causa da perda da visão.

Faz um tempo eu estava no meu quarto e escutei a voz de Dona mariza dizendo -não, não, pára. Olhei pela janela e consegui ver Seu Leocádio atrás dela encoxando, passando a mão nela, com uma cara e jeito que estava morrendo de tesão doido pra comer ela. Mas ela não queria. De tanto insistir, ela acabou dando pra ele, mas eu não pude ver nada, foram para outra parte do quarto onde estaria a cama.

Aquilo não saiu da minha cabeça, aquele homem velho, cego, doidinho de tesão, tarado querendo sexo. Fiquei imaginando e tocando minha bucetinha várias e várias vezes e gozei muitas vezes pensando no tesão daquele homem. E se fosse ele me agarrando daquele jeito? Nossa, com os pensamentos que eu estava tendo, eu daria na hora! Mas é claro era impossível, era só uma fantasia, por algo que eu vi. Nunca pensei em se tornar realidade.

Depois de uma semana, aquela cena se repetiu. O velho querendo sexo de tarde. Talvez de noite Dona Mariza transasse com ele com toda vontade, mas de tarde, ela devia estranhar, sei lá. Mas eu vi a cena de novo, ele por trás dela esfregando o pau na bunda dela, tentando tirar a roupa, mordendo o pescoço, até que depois de algum tempo depois de tentar fugir muitas vezes, ela acabou se entregando. Gozei muito de novo pensando naquilo!

Vi isto outras vezes. Depois de algumas semanas, lá estava a janela deles escancarada mais uma vez, como a minha janela fica praticamente quase toda fechada, lógico eles não percebiam, muito menos ele óbvio. Desta vez Seu Leocádio estava sentado na cama sem camisa só de calça, tirou o pau pra fora, primeira vez que eu vi aquele pau. O corpo dele não era uma coisa que podia se dizer que estava em forma, mas pra mim até não estava nada mal, não sei porque. Mas o pau, este sim, que lindo, duro, com uma cabeçona, grosso, muito grosso, devia ter uns 18cm. Fiquei de boca aberta vendo aquilo, fiquei doida de tesão.

Ele falava pra mulher dele fazer um boquete. Dizia pra ela chupar. Ela ficava olhando meio sem jeito, se negando, ele insistindo. Até que, tentando se esquivar, achando que ele poderia desistir daquilo, ela falou que iria rapidinho no mercado antes que fechasse e que quando voltasse faria aquilo. Ele insatisfeito acabou concordando ela saiu rápido. Mas demorava a voltar. Eu fiquei espiando ele lá, ele volta e meia punhetava um pouco o pau pra que continuasse duro. Eu doida de tesão, passou 10 minutos, 15 minutos, e nada da mulher voltar. 20 minutos e eu doida fui ver se ela estava voltando. Fui pra frente de casa, e nada. Depois de mais um tempo entrei no terreno deles, não havia problema nisso, minha mãe conhecia Dona Mariza, eu poderia dar qualquer desculpa. Queria ter um outro ângulo pra ver as cenas, ou qualquer coisa. Tentei abrir a porta, não estava trancada! Nessa hora que eu perdi todo o controle, eu não sei explicar porque!

Mas entrei e fui até o quarto, fiz barulho e ele falou -voltou querida? Vem cá. Eu só falei -uhum. Pra ele não perceber que não era ela.

Fui pra frente dele me abaixei e abocanhei aquela pica. Que loucura, eu estava fora de mim! Fiquei punhetando e chupando a cabeça, passando a lingua, puxei as calças dele pra baixo e chupei as bolas. Engoli o saco dele inteiro, ai comecei a chupar a pica grossa. Tentei engolir o máximo possível, metade dela entrava toda na minha boca. Comecei a engolir, tirar e colocar rapidamente. Adorei ouvir aquele velho gemendo, adorei chupar aquele pau gostoso, grosso, que delícia. Ele segurou minha cabeça, meus cabelos, fiquei com medo das mãos dele em mim, vai que ele descobrisse que não era a mulher dele?! Então chupei com mais vontade até que ele gozou, sem avisar. Eu me assustei com tanta porra! Mas engoli tudo, eu adoro gozo. Ai fiquei lambendo o cacete dele pra limpar tudo até que ouvi um barulho na porta da casa. Era a mulher dele voltando! Levantei e sai com pressa, mas não correndo. Quando sai do quarto ai sim fui correndo para a porta dos fundos, sai e pulei o muro de volta pra minha casa.

Fui para meu quarto e fiquei espiando. Seu Leocádio já tinha se vestido, a mulher entrou no quarto e falou que tinha voltado, ele só falou que bom, deitou e acabou dormindo.

Acho que ela ficou aliviada por não precisar chupar ele! O plano dela de ir no supermercado tinha dado certo, ele desistira.

Na verdade, eu fiz o trabalhinho…

Outros contos:

Tímida e foguenta

Encochada no Ônibus

Dorminhoca e Tesuda

•junho 6, 2008 • Deixe um comentário

 

Como já consta em meus relatos anteriores, sou um coroa muito bem apessoado, e fissurado em fofas. Isso vem desde minha infância, quando ficava super ligado em minhas professoras. Adorava ver aqueles \”rabões\” enormes andando para lá e para cá durante as aulas. Estou muito bem financeiramente, moro em São Paulo, na zona oeste, e todos os relatos que envio, os faço em retribuição aos inúmeros contos de bom nível que encontro neste site. que me entretem e ao mesmo tempo erotizam os pensamentos. Este relato, ocorreu há poucos dias atrás, e foi tão envolvente que resolvi dividí-lo com os amigos. Tive que passar uns dias hospedado na casa de minha irmã adotiva, porque seu marido fora vítima de um acidente automobilístico. Nada muito grave, mas como eles moram em uma casa na praia de Itanhaem, fui convidado para ficar por lá durante uns dias, tanto por motivos de segurança, quanto para ajudá-los até a recuperação do marido da minha irmã. A casa embora muito confortável, estava em reforma, e apenas dois quartos estavam disponíveis, ou em condição de uso normal. Na suite principal ficava minha irmã adotiva, e no outro, que não é suite, ficava minha sobrinha. Dezenove anos, bonita, olhar profundo, tímida, fofinha tímida, que se preparava para o vestibular de enfermagem, deve ter 1,70m, uns 84 quilinhos de puro tesão. Seios grandes e empinados, coxas largas, e o que sempre me atrai muito….aquele bundão. Sugeri que eu dormisse na sala, mas esta proposta foi recusada logo de partida, e acabei tendo que aquiescer em ficar no quarto da minha sobrinha, Elisa. Visitamos o marido da minha irmã, e voltamos para casa, por volta das nove horas, e como ainda estava sem sono, tomei uma bela ducha. Tomei um livro emprestado da minha sobrinha e me deitei disposto a ler até o sono aparecer. Elisa entrou no quarto algum tempo depois e ficou teclando algo no computador. O sono veio aos poucos, e em pouco tempo eu joguei o livro de lado e cai no sono. Algumas horas depois, acordei meio sonolento ouvindo alguns ruidos estranhos. Abri os olhos levemente, e me deparei com a Elisa conversando pelo celular com alguém, e se masturbava gemendo e se contorcendo toda. Estava dominada pelo tesão, e o papo que a envolvia decorria de algum amigo da internet mesmo. Acho que ela sentiu intuitivamente que eu estava acordando e saiu na ponta dos pés para o banheiro. Deixou o computador ligado. Sutilmente me levantei e olhando para o histórico descobri que ela estava teclando numa sala de sexo. Voltei rapidamente para minha cama, e nem pude me cobrir totalmente porque ouvi seus passos, retornando ao quarto. Entrou e ficou olhando para mim. Eu estava deitado, descoberto, e sem dúvida o pau ficara duro, e saliente, denunciando o tesão que eu sentia naquele momento. Ela se aproximou de mim. Eu protegido pela quase escuridão, e com os olhos semicerrados a fitava. Ela olhava sedenta para o meu pau que estava empinado. E, com muito cuidado ela tocou meu pau, e neste mesmo momento senti o tremor do seu corpo todo. Ela estava dominada pelo tesão. Seu corpo tremia todo, e não era de frio. Provocativamente me movimentei na cama. Ela se assustou, e voou para sua cama. Fiquei frustrado, não era isso que eu esperava. Forcei uma pequena tossidinha, e ela respondeu fingindo dormir, soltando um pequeno roncadinho do lado de lá. Fiquei assim alguns minutos, levantei-me e fui até o banheiro. O celular estava lá. Desligado. Voltei na ponta dos pés, e quando entrava no quarto notei que ela estava se masturbando. Deu um movimento brusco quando sentiu minha presença. Fui para perto da sua cama. Com dificuldade, consegui ver que ela estava semi descoberta, sem a calcinha, e com a camiseta levantada quase à altura dos seios. Com cuidado e muito tesão encostei minhas mãos em seus seios. Ela fingia dormir. Os bicos dos seios estavam a ponto de furar o tecido da camiseta. Ela sentiu meu contato e seu corpo se movimentou denunciando seu tesão, mas ainda fingia dormir e era isso mesmo que eu queria. Apalpei o seio todo. Curvei meu corpo sobre o dela e beijei os seios. Ela fazia sons de quem dormia e sonhava, mas eu sabia que era puro fingimento, e fui em frente. Beijei os dois biquinhos que ficaram ainda mais destacados. Eu não os via, mas sentia tudo. Enquanto eu sugava e acariciava seus seios, ela lutava para controlar o movimento das pernas que entreabertas estavam ávidas por envolver um homem. Sabendo disso fui baixando meus lábios em direção ao seu ventre, e ela quase perdia o controle da respiração e dos movimentos do corpo. Tentava se controlar e eu fingia que ela dormia. Encostei meus lábios sobre a sua bucetinha. Deixei a respiração morna ser forçada contra seu sexo apenas para provocá-la ainda mais. Ela quase levantava o quadril buscando minha boca. Dei um beijinho bem sobre a bucetinha. Senti que estava molhada, e inchadinha. Com uma das mãos abri a fenda. Estava mesmo muito molhada. Abri bem, deixando escancarada. Ela se mexeu toda levantando o quadril todo direção minha boca. Eu encostei a lingua na fenda e a fiz correr do fim para o começo e toquei de leve com a ponta da lingua o seu grelinho que estava totalmente empinando e ensopado de suco. Ela não consegui segurar um gemido e o corpo se empinou todo. Fiquei chupando sua bucetinha, fazendo a lingua deslizar pela fenda toda, e no final massageava com muitos toques com ponta da lingua seu grelinho. Ela agora mantinha os olhos fechados, simulava dormir. mas o seu corpo e sua respiração a desmentiam. Era um jogo. Eu apenas jogava. Fui aumentando a velocidade do passeio da lingua na sua fenda, e de repente ela endureceu o corpo todo….e gozou sem ligar para os gemidos e as contorções do corpo todo. Jogou seu corpo de volta para a posição e ficou estática. Parada por completo, e com a respiração lenta e preguiçosa de quem gozara para valer. Continuei com as mãos acariciando a bucetinha, e fui encostando meu corpo ao dela. Ela estava amolecida, prostrada. Encostei meu pau na fenda. Ela quase acordou de verdade tamanha era a vontade de me sentir dentro dela. Encostei o pau na fenda. Como estava muito molhado pela mistura do suco, e da minha saliva. Ele escorregou para dentro, entrando até a cabeça ficar toda agasalhada. Segurei um pouco a penetração para fingir que não queria acordá-la continuando o joguinho. Ela voltou a si, e senti seus quadris se mexendo forçando levemente o aumento da penetração. Aceitei a provocação e não enfiei tudo. Dei umas mexidinhas com o pau mantendo apenas a cabecinha agasalhada. Ela quase se descontrolava e perdia o joguinho. Dava umas contrações na musculatura pélvica e isso aumentava meu tesão. Estava para gozar de tanto tesão mas me controlava. De repente o tesão me dominou e enfiei de uma vez o que faltava. Escorregou de uma vez até o talo. Deixei o pau enfiado até o talo, e apenas dei umas contrações quando atingi o ponto extremo e ela deu uma respiradinha de satisfação de quem conseguira o que sonhara e queria naquele momento. Mal começamos a nos movimentar e gozei explodindo uma enormidade de porra, enquanto ela soltava as pernas que envolviam minha cintura, e voltava á posição de quem estava dormindo.Fiquei com o pau atolado por alguns momentos. A porra escorria misturado com o suco e ela respirava leve…satisfeita. Voltei para minha cama. Acordei com o sol entrando pela janela mal fechada. Ela também acordou. Sorriu para mim. e disse que tivera uma bela noite, com sonhos deliciosos, apesar de ainda estar preocupada com o pai no hospital. Levantou, foi até minha cama e me dando um beijinho no rosto, perguntou….gostou de dormir aqui tio? Eu adorei …me senti mais tranquila….Bem amigos por hoje é só….quando acontecer novo evento assim eu volto a relatar exatamente como ocorreu. Tudo isso para homenagear as fofas de qualquer idade ou condição….sou e sempre serei fissurado nela.

 

 

Veja os contos anteriores:

 

Trabalho Suado

Foi arriscado, uma loucura, mas não me arrependo!

Tímida e foguenta

Encochada no Ônibus

na Boate

 

Tímida e foguenta

•maio 9, 2008 • 7 Comentários

 

Sou cinquentão, super simpático, grisalho, bem de vida felizmente, estatura média, bem conservado e uma excelente atividade sexual, com ênfase com garotas jovens, ali na faixa dos vinte anos. E, como uma espécie de agradecimento aos amigos que têm me deliciado com diversos relatos neste site, envio meu primeiro, assegurando que o meu conto é totalmente verdadeiro e aconteceu de fato, e faz pouquíssimo tempo.

 

Início de maio, chovia muito aqui em sampa, e eu estava sozinho em casa. Todos viajaram e eu tive que permanecer aqui, devido ao excesso de trabalho que havia se acumulado. Era final de tarde, por volta das seis horas, quando Mariana (nome fictício mas personagem que reside próxima de minha casa), tocou a campainha de casa. Atendi primeiro pelo interfone e depois me dirigi à porta de entrada para atendê-la melhor. Ela precisava consultar um material que minha filha tinha em seu arquivo no meu computador pessoal. Entrou, e fomos para meu escritório doméstico. Ela é uma garota, de dezenove anos, belo rosto, pele pessego, cabelos negros e ondulados, perto de 1,60 m, sensual e é fofinha, com peitos grandes e uma bundona, ficou tímida talvez pelo excesso de peso e sempre notei que ela se ressentia de maior popularidade com a garotada da vizinhança, e talvez de uma certa forma se auto punia por isso.

 

Ela sentou-se à frente do computador, mas tinha uma certa dificuldade para manunseá-lo. Resolvi ajudá-la ficando em pé ao seu lado. Gostei muito da posição que fiquei ao seu lado, porque pelo seu decote deparei com uns seios grandes e durinhos. Enquanto a orientava desviava meu olhar para aquele conjunto maravilhoso e me excitei na hora. Enquanto a ajudava até encostando minha mão na dela para movimentar o mouse, encostava ainda meu corpo nos seus braços, e o clima que dominou passou a ser de pleno erotismo. Evidente que ela notou como eu ficara e nada fazia para atenuar ou embaçar a situação, apenas deixava rolar. O contato físico foi aumentando. Eu já estava com um mão repousada sobre seus ombros e a outra sobre a dela, movimentando o mouse. Puxei-a um pouco para minha direção e ela veio mansamente. Afastei-me um pouco só e quando retornei com meu corpo à posição anterior coloquei meu pau, que já estava totalmente duro, encostando em seu braço. Ela não disfarçou e deu uma estremecida com seu corpo. Aproveitei a anuência consentida e com um movimento safado do meu corpo, conduzi o cacete para ficar bem encostado no seu seio direito. Ficamos dominados pelo tesão, olhando para a tela, sem nada falar. Minha mão direita sobre a dela, e ambas sobre o mouse, e o pau fortemente repousando sobre o seio direito. O braço esquerdo a abraçava e com ele eu forcei um pouco mais seu corpo contra meu pau. Ela veio mais do que eu puxara e meu pau ficou encostado sobre ambos os seios. Ahhh..não deu para segurar mais. Respondendo ao movimento ela se levantou e nos beijamos cheios de tesão, bruscamente com a respiração já ofegante. Meu pau encostado na sua buceta, as pernas dela entreabertas, as bocas coladas, línguas se acariciando, e as mãos eu deslizava pelas coxas e pela bundona. Abri sua camisa branca e solta indo direto para os seios. Soltei o sutiã e os seio grandes saltaram para fora. Os mamilos estavam empinados. Desabotoei a calça jeans, e fui abaixando-a sem deixar de beijá-la. Ela ficou apenas de calcinha, branca. Deitei-a no tapete mesmo. Beijando seus seios, mordiscando os mamilos, forçando-os a ficar ainda mais entumescidos, fui tirando sua calcinha. Ela de olhos semicerrados não ajudava, gemia. Tirei a calcinha e fui explorando o corpo todo com minha boca. Desci ao umbigo, mordisquei seu ventre. Ela dominado pelo tesão, estava totalmente ensopada. Abri suas pernas, as coxonas grossas se afastaram. A buceta semi raspadinha, estava com suco saindo pelas laterais. Encostei minha boca sobre a bucetinha. Forcei a respiração para ela sentir meu hálito morno sobre a fenda. Ela se contorcia de tesão. Abri bem a buceta com minhas mãos e beijei o grelinho. Estava tudo ensopado. A língua deslizava sobre a fenda e quando atingia a parte superior eu acariciava o grelinho, ela se contorcia loucamente quando eu chegava molhado ao grelinho. Deixei a saliva se misturar com o suco que ela exalava. Ela gozou se contorcendo toda. O corpo todo enrijeceu, e de repente ela se soltou toda, amolecida, semi desmaiada, olhos cerrados e mordendo o lábio inferior. A fofa me deixara doido de tesão. Ergui meu corpo sobre o dela e encostei meu pau na entrada ensopada da buceta. Forcei apenas um pouco, porque a umidade, suco e saliva misturada, facilitava tudo. O pau deslizava pelo canal vaginal. Ela se mexeu de novo. Sem dúvida ela estava há muito tempo sem dar. Puxou-me com força e deixei o pau entrar até o talo. Fiquei atolado bem no fundo apenas para sentir o calor úmido. Ela iniciou movimentos dos quadris pedindo mais. Iniciei o entra e sai aumentando a velocidade aos poucos e o pau entrava e saia brilhando de tanta umidade. Ela de novo se contorceu toda. Enrijeceu o corpo, gozou gemendo, balbuciando algo. Atolei o pau bem ao fundo e explodi gozando. Soltei uma enormidade de porra, e deixei o pau totalmente atolado dentro dela. Ficamos assim, um bom tempo, amolecidos e sonolentos. Eu cabeça repousando sobre os seios, ela cabeça virada no tapete, com um sorriso leve disfarçado nos lábios fechados.

 

Aos poucos meu pau começou a se mexer dando sinais de que queria mais. Ela sentiu as vibrações, e se mexeu um pouco facilitando minha posição. As pernas estavam totalmente abertas, o pau atolado bem no fundo. Começamos de novo, mas lentamente. O pau já ocupava todo o espaço novamente, e o entra e sai foi facilitado, agora tinha saliva, suco e porra. Tudo misturado. Deslizava fácil, e gozamos de novo, voltamos ao estado de letargia que estávamos um pouco antes. Levantei-me e sai um pouco do escritório. Tomei um copo de água na cozinha e retornei. Ela ainda estava amolecida. Havia gozado seguidamente. Estava saciada,e virada de lado. Apreciei o corpo todo. Fofa. Bunduda. Cabelos dessarumados. Muito sensual. Forcei um pouco só seu corpo e ela mansamente virou atendendo minha vontade. Ficou de barriga para baixo, a bundona virada para mim. Abri as nádegas e com os dedos espalhei o que escorria da buceta. Suco, saliva e porra. Deixei o cuzinho bem molhadinho, e encostei a ponta do meu cacete. Ela ajudou erguendo um pouco seu quadril fazendo a abertura das nádegas ficar maior. Forcei um pouco. Estava muito apertado, mas entrou um pouco. Fiquei naquela posição aguardando o alargamento natural. Ela movimentou um pouco a bundona direção ao meu pau, que deslizou um pouco mais. Eu fiquei parado com o pau semi colocado, e deixei que ela conduzisse com seu corpo a introdução até o final. E, assim aconteceu. Em alguns minutos o pau entrara até o talo. Ela se mexia fazendo o vai e vem, aumentando a velocidade como desejava. Passei a mão para a frente, alcancei a buceta enxarcada e passei a acariciar o grelinho. Ela vibrou e começou a vibrar o corpo como uma louca, e o pau entrava e saia com maior velocidade. E, de repente, gozei, e ela também explodi soltando porra de novo, bem no fundo do cuzinho e senti ela gozar em minhas mãos. Ficamos ainda algum tempo nesta posição. Depois fui tomar uma ducha, e quando voltei ela já estava recomposta e sorridente. Fora ao banheiro da suíte da minha filha. Estava com um sorriso cativante e lindo. Não nos falamos sobre o que havíamos feito. Apenas voltamos a fazer isso inúmeras vezes, e até hoje quando se encontram a oportunidade e a vontade nos saciamos sem limites. Fazendo de tudo, sem limites, basta imaginar e fazer. E, passei a ser fissurado em fofas, especialmente de coxas largas e bundona. E como são tesudas apesar de timidas…o que é muito bom…

 

 

Encochada no Ônibus

 

 

 

 

 

Encochada no Ônibus

•maio 8, 2008 • 9 Comentários

 

Numa dessas andanças que tive por ai, acabei conhecendo Soninha, uma morena clara de cabelos negros, 25 anos, muito bonita. Ela é casada com Paulo Ricardo, 33 anos, um galã, tão ou talvez mais bonito que seu homônimo cantor. Uma pessoa de minha confiança é que me falou deles. Fizemos amizade muito rápido e não tardei a contar como eu era e que inclusive gostava de mandar relatos eróticos para sites especializados. Assim como eu, Soninha é uma mulher ousada. Nossa amizade fluiu e logo ela estava me contando, todos os seus segredinhos. Numa tarde em minha casa, Soninha resolveu me revelar detalhes de sua vida sexual com seu maridinho e inclusive me autorizou a divulgar este relato pra vocês.

Ela contou-me que seu marido adora sexo e que com o tempo, foi demonstrando que quanto mais enciumado, com mais tesão ficava. Nas transas com Soninha, sussurrava desejos e fantasias em seu ouvido. No começo, ela me disse que estranhava, mas depois foi se acostumando e gostando. Ricardo fantasiava sua esposa dando para outro cara, para vários homens, com outras mulheres etc. Gozava sempre loucamente pensando nisso e Soninha é claro, também. Mas Ricardo deixava sempre claro que isso eram apenas fantasias. Só que com o tempo, esses sussurros perderam o efeito e logo eles partiram para outra. Cadastraram-se em sites de relacionamento erótico e começaram a relacionar-se com pessoas de todo o Brasil em busca de prazer. Ricardo se deliciava quando estranhos ao ver as fotos de sua mulher, retornavam com e-mails apaixonados e excitantes. Recebiam fotos de homens com “paus enormes” e Ricardo gostava de imaginar que ela realmente transaria com esses caras. Mas com o tempo, esses relacionamentos via net, também ficaram chatos e os dois já tinham praticamente lido todos os contos eróticos e fantasias que havia na net.

Segundo me contou Soninha, só faltava mesmo eles colocarem o que aprenderam em prática, mas, isso era uma coisa que Ricardo se negava a fazer. Apesar de se excitar muito com o fato de imaginar sua esposa transando com outro homem, Ricardo não demonstrava nem um pouco a intenção de realizar esta proeza. O pior é que Soninha, não podia confidenciar a ele, que desejava muito ter outro homem, que aquilo tudo que tinham feito, desapertara nela o desejo de experimentar uma outra “emoção” ou “aventura” ou coisa assim. Ricardo temia que um acontecimento real desses, pudesse por fim ao casamento dos dois. Mas a tara por ver sua esposa sendo “comida por outro” parecia mais forte. Passado algum tempo, Soninha disse que seu marido chegou em casa excitadíssimo e com uma idéia genial na cabeça. Essa idéia era simples. Iriam os dois para um bairro distante e desconhecido, Soninha vestida com uma roupa bem sensual, circulariam nos ônibus mais lotados e esperariam que algum estranho enconchasse a Soninha, como nos bons contos eróticos. Ricardo sentaria ao lado e ficaria apenas observando. Após discutirem todos os prós e contras, entraram em acordo e Soninha topou realizar o desejo de seu marido, aliás, estavam de férias e tinham tempo e dinheiro para isso.

Foram os dois para um bairro de classe média baixa e se informaram das linhas mais lotadas. Chamou-lhes a atenção de um ônibus que circulava quase todo dia com operários da construção civil e trabalhadores em geral. Segundo a dona de uma lanchonete, as mulheres detestavam andar nesses ônibus porque a grande maioria dos usuários era composta por homens e não faltavam histórias de assédios sexuais, mãos bobas etc. No dia seguinte, lá estavam Ricardo e Soninha pegando o tal ônibus. Soninha estava vestida com uma calça jeans apertadíssima, que valorizava muito seu corpo. Digamos que ela estava bem no estilo funkeira. Uma blusinha realçava seus seios. Parecia perfeita. Entraram no ônibus e segundo Soninha, seus usuários realmente eram maioria homens e grande parte deles feios ou cheirando a cachaça. Os ônibus lotavam sempre e nunca tinha assentos disponíveis. Ricardo permanecia perto de Soninha mas sempre fingia indiferença, para não demonstrar que a conhecia.

Fizeram isso por três dias e apesar de muitos homens esbarrarem em Soninha, nenhum a tocou com segundas intenções. Já em casa, depois da do terceiro dia de tentativas, Ricardo procurava motivos para o fracasso! Soninha é muito linda! Como ninguém se interessou? Então Ricardo comentou com sua esposa que talvez sua roupa não fosse adequada, afinal todas as mulheres daquele bairro se vestiam assim e talvez isso não despertasse mais tanto interesse neles. Precisavam de algo que mexesse com os caras. No dia seguinte, Ricardo saiu e comprou para Soninha, uma calça dessas que usamos com uma mini-saia por cima. Ela estica e é tão fina que parece uma segunda pele. Soninha ficou espetacularmente excitante dentro desta roupa e segundo Ricardo, despertaria tesão até num defunto. Disparava o coração só de olhar aquela bundinha perfeita contornada por aquela malha branca e flexível. Soninha vestiu uma calcinha quase fio dental e uma blusa com jaqueta. Segundo ela, dava vergonha de andar na rua com aquilo, então a jaquetinha ela amarrou na cintura para protegê-la, até entrar no ônibus. Ricardo respirava com dificuldade devido a ansiedade e a excitação. Sua mulher estava fantástica. Ela se colocou no fundo do ônibus e milagrosamente, Ricardo conseguiu uma poltrona para sentar bem ao lado. Daria a ele uma visão privilegiada de qualquer acontecimento. Soninha retirou a Jaqueta da cintura e vestiu. Ficou com toda aquela bunda( nas palavras de Ricardo, simplesmente irresistível) exposta e rodeada de homens. A partir deste momento, vários homens começaram ficar perto dela. Alguns encostavam a perna, outros os dedos e todos olhavam para aquele corpão. As pessoas saiam e entravam do ônibus e trocavam seus lugares constantemente. Soninha e Ricardo permaneciam ali. De repente, entrou um rapaz aparentando uns 30 anos, vestindo calça de moletom, um casacão e gorro. Parecia cantor de rap americano. Não era negro, mas quase. Ele foi bem pro fundo do ônibus, se encostou na poltrona de Ricardo, logo atrás de Soninha.

Esse rapaz que acabara de entrar, notou a “saúde” de Soninha e partir deste momento, não tirou mais os olhos dela. Conforme foram entrando mais pessoas, as que estavam no fim foram empurradas. Esse rapaz ficou encostado na parede do ônibus, com apenas um senhor idoso separando Soninha dele. Ricardo percebeu e ficou muito atento. O ônibus parou e o senhor idoso desceu ao mesmo tempo que entraram mais pessoas. O rapaz do gorro então, lentamente se aproximou de Soninha e encostou. Soninha disse que ele cheirava bem. Sentiu o cheiro de seu chiclete de hortelã e sentiu também o volume na sua bunda. A cada sacudida do ônibus, o rapaz empurrava seu pau contra a bunda de Soninha que procurava travar as pernas para não ser jogada para a frente. Ela sentiu que o rapaz estava excitado. Ricardo seu marido, observava nervoso e ansioso. O rapaz desconhecido mexia lateralmente e esfregava o volume duro na bunda de Soninha. De repente, ele parou se afastou um pouco e se protegeu com o casaco, voltando alguns segundos depois a enconchar Soninha que agora sentia arrepios. O rapaz tinha tirado o pau pra fora da calça e encaixado no meio da bunda Soninha que conseguia sentir bem a pressão, o formato e o poder daquele “cacetão”. O rapaz se aproveitava do sacolejo do ônibus para fazer movimentos circulares e aproveitava-se do casaco para proteger-se, evitando que as outras pessoas o vissem com o pau pra fora. Soninha sentia naquele momento uma grande ansiedade e muito medo também. Olhou várias vezes para seu marido que ficou excitadíssimo. Ela sentia aquele cacete lhe roçando a bunda e as pernas e nada mais podia fazer a não ser ficar parada e imóvel. Ela não teve noção de quanto tempo ficaram daquela forma mais em determinado momento, o rapaz suspirou e se afastou um pouco e guardou seu pau novamente dentro da calça. Ai chegou perto de Soninha e sussurrou em seu ouvido, palavras dizendo que no dia seguinte estaria ali de novo. Se ela tivesse gostado, que voltasse. O ônibus parou e o rapaz saiu. Soninha tirou a jaqueta e amarrou se protegendo. No ponto seguinte, Ricardo e Soninha desceram e pegaram um táxi até o estacionamento onde deixaram o carro. Soninha sentiu que estava molhada na bunda. O rapaz tinha gozado nela. Ricardo apesar de nervoso, parecia feliz. Chegaram no apartamento e o marido quis saber tudo. Soninha narrou tudo pra ele e ai pediu pra tomar um banho. Ricardo não deixou. Tirou sua roupa e a de Soninha e a comeu ali mesmo na sala. Poucas estocadas foram suficientes para que Ricardo gozasse escandalosamente. Soninha nem teve tempo de gozar e teve que se masturbar no banheiro, para diminuir um pouco a pressão e o desejo que sentia.

Pensou no estranho do ônibus. Imaginou mil coisas. Mais tarde, já na cama com seu marido, ela contou o que o estranho dissera pra ela, em seu ouvido. Ricardo ficou excitado. Segundo Soninha, o pau de seu marido ficara fora do normal, de tão duro. Ricardo decidiu então que eles voltariam mais uma vez lá, só que agora Soninha iria de mini-saia. Ela ficou muito excitada com a idéia e ansiosa também. Ricardo e Soninha transaram mais de cinco vezes naquela noite.

No dia seguinte, ambos estavam excitadíssimos! Soninha se vestiu da seguinte forma: Uma saia, não muito curta, para o caso de a parte de traz ser levantada, meias finas até a altura das coxas e uma blusinha que realçava muito os seios. Soninha a mando de Ricardo, não vestiu calcinha. Pronta para o crime, os dois seguiram até o local, e minutos depois estavam no ônibus, a espera do estranho. Ricardo conseguiu um acento e ficou só na observação. Soninha, muito ansiosa, estava no fim do corredor do ônibus. Estava completamente molhada! Tremia de tesão. O fato de estar sem calcinha, causou um verdadeiro frisson na mente desta garota. Ela estava adorando viver isso, essas fantasias etc. Acreditava ser válido viver intensamente cada desejo, aproveitar a juventude e a beleza ! Seus pensamentos foram interrompidos com a entrada do rapaz que tanto esperavam. O coração de Soninha praticamente foi parar em sua boca. O rapaz foi costurando, costurando e com alguma dificuldade, conseguiu chegar ao lado dela. Ele vestia a mesma roupa da primeira vez, o que a fez pensar que ele veio preparado. Ele disse um “oi” e forçou a passagem para ficar atrás dela. Soninha estava muito molhada. Sua bucetinha estava derretendo e só faltava o liquido escorrer pelas suas pernas tamanho o tesão que ela sentia. O rapaz se posicionou atrás dela e sem fazer cerimônia a puxou pra junto dele, como se fossem namorados. Soninha sentiu toda a excitação do rapaz quando o pau duro tocou-lhe a bunda. O rapaz colocou a mão disfarçadamente por debaixo de sua saia e suspirou quando tocou sua bucetinha e percebeu que ela estava sem calcinha. Ele passou os dedos, que se lambuzaram na grande quantidade de liquido que o tesão produzia. Então ele tirou a mão e chupou os próprios dedos. Soninha parecia não sentir, não se incomodar com as pessoas que os rodeavam e nos raros momentos em que voltou a realidade, percebeu que elas estavam completamente alheias ao que estava acontecendo, com exceção é claro de Ricardo que disfarçadamente saboreava cada momento. O rapaz se afastou um pouco, exatamente como da primeira vez que se encontraram e quando voltou a se encostar em Soninha, seu pau estava para fora da calça. Ela sentiu aquele membro quente encostando. Ele a abraçou discretamente e o pau dele se encaixou entre meio sua bunda e suas pernas. Soninha estava feliz e com um tesão insuportável. O rapaz empurrava e o pau dele roçava seu ânus e sua bucetinha. O rapaz estava tentando penetrá-la, mas estava difícil devido à posição que estavam. De alguma forma, Soninha precisava ajudar, não deixar o pau do rapaz escorregar para a frente. Ela precisava travar o pau dele. O ônibus então parou num ponto para pegar mais pessoas e o espaço ficou ainda mais apertado. Soninha instintivamente se aproveitou desta situação e então colocou a mão no meio de suas pernas, como se fosse se masturbar. O rapaz percebeu, arcou um pouco as pernas e empurrou seu pau que ao encontrar a mão da moça, desviou um pouquinho e foi parar todo dentro dela!! Ai foi delírio!!! Soninha sentiu um prazer incrível! Sentiu o poder e o tamanho daquele cacete que sem duvidas, era muito maior que o de seu marido. Aquilo tudo estava atolado nela e Soninha podia sentir a pulsação daquela “tora”. Ela estava na ponta dos pés e não precisaria mais do que alguns movimentos do rapaz para que ela gozasse. O estranho, demonstrando muita experiência, começou a se mexer lentamente. Soninha disse que ele conseguia mesmo parado, mexer seu pauzão dentro dela e que o tamanho daquela “vara” favorecia. Soninha se sentia invadida, toda tomada e sua buceta queimava. O rapaz se mexeu e deu duas enfiadas mortais em soninha que teve vontade de gritar dentro daquele ônibus. Ela gozou se segurando nos braços dele. Passado um pouco da pressão, Soninha agora mais confiante, começou a fazer movimentos circulares lentos porém, contínuos e podia agora sentir a dimensão de ter um pau enorme dentro da buceta. Ela sentiu que agora tinha o domínio da situação e que era o estranho agora que estava a mercê dela. Um suspiro dele indicava que ela o vencera. Sua buceta começou a ficar mais molhada e melecada. O rapaz estava despejando grandes quantidades de porra dentro dela, tudo na maior discrição. Soninha se sentia mais feliz ainda por domar aquele estranho garanhão! Ela sentia muita vontade de ver o pau dele, olhar o instrumente que lhe causou tanto prazer mas, sabia que ali não era nem lugar, nem o momento certo. Olhou para Ricardo que tinha neste momento o rosto avermelhado e tenso. O rapaz bruscamente se afastou e o enorme pau saiu de dentro dela. Muita porra escorreu por suas pernas e o cheiro de sexo naquela altura era indisfarçável. O ônibus parou e sem falar nada, Soninha se esforçou para sair e foi seguida por seu marido. Os dois desceram e Soninha deu um grande abraço e um beijo em Ricardo que rapidamente chamou um táxi. Do estacionamento, foram de carro para um motel. Soninha chupou o pau de seu marido e pediu pra ele fazer sexo com força naquele dia. Enquanto metiam, Soninha falava em seu ouvido o quanto tinha gostado de traí-lo, de ter aquele cacete enorme enfiado na buceta mesmo que por pouco tempo. Louca de tesão ela confessou a ele que queria ter mais vezes, experiências deste tipo. Ricardo por sua vez confessou que a humilhação compensava e que agora queria ver mais nitidamente sua mulher ser possuída e invadida por outros.

O sexo proibido parece ser o mais gostoso de todos. No dia seguinte, seu marido Ricardo acordou cedo pra ir na padaria em frente ao seu prédio e Soninha feliz também acordou cedo, tomou um banho e desceu para comprar revistas. Não se surpreendeu quando viu do outro lado da rua, seu esposo conversando tranquilamente com o rapaz que a tinha comido no ônibus. Ela percebeu mesmo que as coisa se encaixaram perfeitamente e que tudo deu muito certo. Se seu marido pagou ou não ou seja lá qual forma ele arrumou para fazer isso, não importava a Soninha pois, o certo é que ela queria continuar e pouco importava o modo como essas coisas aconteceriam dali pra frente. Ela viveu uma experiência incrível, um conto erótico real e percebeu que para viver as coisas boas da vida, basta ter vontade e é claro pessoa dispostas a participar.

Eles fizeram muito mais estripulias sexuais depois disso e realizaram várias fantasias, inclusive, Soninha quis que eu participasse de uma. Seu marido tem a tara de vê-la transando com outra mulher e confesso a vocês, tenho muita vontade também, mas estou pensando no caso dela. Tudo o que fiz até agora foi beijar Soninha na boca e ao olhar depois no espelho vi que duas mulheres abraçadas e talvez transando, fica muito bonito. Não é a toa que os homens adoram esse tipo de cena. Mas há mais aventuras de Soninha e Ricardo que posso contar a vocês, antes de eu mesma fazer parte de uma.

 

 

Outros contos:

na Boate

Pega de Surpresa

Meu primeiro dia de puta.

na Boate

•maio 6, 2008 • 10 Comentários

 

No último conto, contei como comecei a me transformar numa putinha, graças a minha amiga Paula. Bom o que passo a contar agora, é mais uma aventura que vivi por causa da minha amiga.

 

Comentei com a Paula que tinha ouvido uns amigos nossos da escola comentarem que forma numa boate erótica, onde as meninas dançavam nuas ou semi nuas. Para minha surpresa a Paula disse que também conhecia uma boate assim, onde as meninas depois de certa hora faziam de tudo lá mesmo com os clientes. Perguntei como ela sabia disso e ela me respondeu que já tinha ido lá algumas vezes. Já tinha me esquecido com a Paula era vadia.

 

Aquilo me excitou e disse a ela que tinhas vontade de um dia ir também. Ela me deu umas dicas, do tipo, só fazer algo lá dentro mesmo, para não sair dali com clientes pois a casa não se responsabilizava. Marcamos um quinta-feira, onde eu disse que dormiria na casa dela e ela na minha, assim nosso pais não nos chateariam. Com ajuda da Paula, escolhi uma mini saia preta com mini blusa sem sutiã e por baixo uma calcinha branca fio dental. A Paula foi de vestidinho sem também de fio dental.

 

Eu tremia quando entramos. Muitas garotas já desfilavam de lingerie e eram alisadas pelos homens. Passamos por um corredor cheio de garotos bonitos e fui muito alisadas, a Paula mais safada ria e passava a mão nos paus deles. O lugar tava bem cheio e perdi a Paula de vista. Fui para um canto e fiquei meio sem saber o que fazer. No meu lado estava um cara sentado, com a cabeça virada para trás com cara de muito prazer, safado. Olhei para baixo da mesa e entendi, havia uma garota só de calcinha chupando o cara. Assim quieta num canto percebi o clima do lugar, várias garotas chupavam os caras, poucas como eu ainda de roupa, algumas visivelmente sentavam no colo deles eram penetradas. Fui me excitando cada vez mais. Logo após vejo a Paula só de calcinha vinda na minha direção com um cara atrás segurando seus seios e outro do lado alisando sua xota. Ela vira e diz: Aninha me ajuda aqui que o terceiro ta vindo. Eis que surge outro também alisando ela. A Paula tira minha mini blusa e minha sala me deixando de calcinha também. Um deles me vendo veio para cima de mim e já cai de boca nos meus seios, caí sentada no banco, com a boca na altura da cintura do cara. Ele botou o pau para fora e disse: Já combinei o preço com a sua amiga (lembre-se que não estávamos ali pelo dinheiro, até por que somo patricinhas e não precisamos, mas tínhamos que disfarçar). Cai de boca e chupei ele todo.

 

A Paula já tinha sua calcinha puxada para o lado e cavalgava o outro cara chupando um outro. O cara que eu tava chupando resolveu sentar para eu cavalgá-lo também. Nisso um outro garoto com cara de bem novo veio pro meu lado e passei a chupá-lo também. Esse garoto deveria ser bem inexperiente pois logo gozou, enchendo minha boca de gozo. Demos mais algumas vezes. Eu ainda preservei minha calcinha a Paula perdeu a dela. Após muitos gozos localizamos nossas roupas e fomos embora. Disse a Paula que aquela tinha sido um grande loucura, mas que estava satisfeita. Ela ainda me disse que tinha muitas outras surpresas para mim.

 

Não deixe de ver outros contos:

Pega de Surpresa

 

 

 

 

 

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.